Os números saem da sua cabeça e aparecem na tela, inclusive os que faltam.
Para donos de pequenas empresas que já vendem, mas ainda tomam decisões importantes no improviso.
Em uma jornada individual de seis meses, a gente abre os números, identifica o gargalo, escolhe o que mudar primeiro e acompanha a execução até a decisão virar rotina.
Sem curso gravado. Sem receita genérica. Sem planilha bonita abandonada na semana seguinte.
Você começou porque sabia fazer alguma coisa muito bem. O resto você aprendeu no susto, no boleto e no mês ruim. Aí a empresa ganhou cliente, funcionário, fornecedor e conta, e o jeito de conduzir a empresa continuou o mesmo de quando tudo cabia na sua cabeça. Aí acontece isto:
Primeiro a gente torna a situação visível. Depois escolhe a prioridade, testa a decisão na operação e acompanha até ela caber na rotina.
Os números saem da sua cabeça e aparecem na tela, inclusive os que faltam.
Uma prioridade por vez, escolhida pelo que a conta mostrou.
A decisão vai para dentro da empresa e encontra a realidade dela.
O que funcionou vira rotina. O que não funcionou vira correção de rota.
Você não precisa de mais uma coleção de aulas dizendo tudo o que deveria fazer.
Precisa decidir o que fazer na segunda-feira.
A cada quinze dias a gente pega uma pergunta que está travando a sua empresa e destrava essa questão. A conta entra quando precisa entrar, para você decidir com os pés no chão. Não é aula nem mentoria financeira.
Seu CNPJ sustenta o seu CPF, ou um vive tapando o buraco do outro? Pela primeira vez, isso fica visível.
A gente olha a empresa inteira, identifica o principal gargalo e decide onde mexer primeiro.
Custo, margem, preço, ponto de equilíbrio e o seu salário. A meta sai da conta, não do desejo.
Ticket médio, conversão e quantidade de vendas por mês. A gente escolhe uma ou duas alavancas, não vinte ideias.
Uma oferta que a sua empresa consegue entregar e que o seu cliente quer comprar.
Se as vendas aumentarem, a empresa consegue entregar sem transformar você no gargalo?
Você lê a sua empresa sozinho, na minha frente, e sai com os próximos 90 dias escritos.
Dois encontros para corrigir o rumo e comparar onde a empresa começou com onde ela chegou.
6 meses de jornada, do diagnóstico ao fechamento.
Estou na área de Treinamento e Desenvolvimento há 26 anos, desde os 19, e tenho uma vida inteira atrás de balcão antes disso. Cresci no banco de trás do carro da minha mãe, que era sacoleira e colocava 100% em cima de cada peça sem saber que aquilo tinha nome.
Meu papel aqui é te ajudar a enxergar o que você ainda não está enxergando: fazer a conta, conectar informação solta, questionar decisão, apontar onde mexer primeiro e acompanhar até virar rotina.
“A Gisele me mostrou verdades que eu nem sabia que precisava ouvir. Saí da mentoria mais estratégica, lúcida e dona de mim.”
“A Gi tem uma fala poderosa, e uma forma simples de explicar assuntos complexos. Ela arrasa!”
“Ela sacudiu o time com humor, conteúdo afiado e zero enrolação. Saímos pensando e sentindo diferente. Impacto real.”
“Gisele, convivendo com você estou desmistificando a ideia de vender e de vendas, muito mais do que em todos os comerciais em que trabalhei.”
Eu conduzo poucas empresas por vez. Quem está na lista é quem eu chamo quando abre vaga, e a conversa vem antes de qualquer decisão.
Se a sua empresa não está te sustentando, vale a pena descobrir por quê. E calma: isso não significa que ela precise pagar hoje tudo o que você gostaria de receber. Se existe investimento ou uma fase planejada, a gente faz a conta. O problema é quando o seu CPF sustenta o CNPJ e ninguém sabe até quando, por quê, nem o que precisa mudar.
Essa decisão é sobre os próximos anos da sua empresa. Começa com uma conversa.